Grande Reportagem:Morning Wood
Bom Dia! Para a Crónica desta semana, e após sensibilizados e apoiantes do Processo Hormonal Auto-Induzido, decidimo-nos debruçar sobre algo que também afecta os homens no geral.
“Morning Wood”.
“Morning Wood” é uma palavra tipicamente americana para uma situação pelo qual todos os homens passam..
A sua tradução á letra “Madeira Matinal”, não tem congénere em Português, e que denomina o estado de “alteração” das “partes baixas” de um homem logo pela manhã.
Para nos podermos referir ao assunto, propomos aqui a criação para português dessa mesma expressão, mas deixando à consideração de cada um...o Rui Mouta poderá escolher “Palito Matinal”, é lá com ele, mas no meu caso e para esta Crónica poderá ser “Barrote Matinal”.
Ora bem, o Barrote Matinal, Morning Wood para os bilingues, resulta do pequeno acto de vingança por parte da Mãe Natureza, que ao ver que não somos “homens” o suficiente durante a nossa consciência, dá-nos enquanto dormimos, mostra do verdadeiro “poderio” ou “arsenal” de que dispomos mas que não damos uso para nosso descontentamento e que, desde que acordamos não o conseguimos reproduzir com tanta eficácia...
Pois bem! E é aqui o cerne do problema! Aqui nas Crónicas Do Demencial achamos que deveríamos ter por direito, total controlo das nossas capacidades!
Tal instrumento do nosso orgulho deveria ser de total controle e eficácia!
“TEMOS Q REENVINDICAR OS NOSSOS DIREITOS!!”
"Barrote Matinal Todos os Dias!!”
“Não Interessa a Situação!”
“Não Importa que Mijemos para Cima!!”
“Não Ligamos se Estivermos Em Casa dos Avós!!”
"ás vezes custa vestir as calças, e no verão, temos que aguardar, para conseguir vestir os calções"
"ás vezes na praia, escondemo-nos nas ondas, por causa do efeito"
"ás vezes quando nado de costas na piscina pareço um tubarão!!"
"mas nada disso importa!!"
"temos o direito pela natureza ao morningwood!!"
"sobretudo ao acordar... “– está nós píncaros...é estranho mas não me lembro com o que sonhei!...será do filme do Stallone que vi no dia anterior?....NADA DISSO IMPORTA!!"
MORNING WOOD P TODOS!
"temos o direito de proporcionar algo com que saudar as namoradas pela manhã!!"
"...ou com que brincar quando estamos sós!!...é a maneira da natureza de nos dizer: - Bom dia!"
"o potencial do morning wood é tal, que até pode rasgar a roupa interior que trazes vestida para testar a qualidade do tecido!
"MAS NADA DISSO IMPORTA"
“Queremos o Barrote Matinal todo o dia!!”
"Viva o morning wood!!!
Pois é… e assim seria se o mundo fosse perfeito; isso e 2 mulheres bissexuais para cada homem. Mas enquanto sonhamos temos que nos contentar com a nossa falta de controlo para com o nosso “melhor amigo”, que nos continuará a pregar partidas para gáudio de quem, não sabemos...
Para uma próxima Crónica ficará então o aprofundar das possíveis humilhações que essa falta de controle nos proporciona.
Um bem haja a todos e lembrem-se: “a nossa melhor performance ocorre quando estamos a dormir!” agora aprendam a viver com isso!!
(13.01.2006) Searaman & Blinkboy
terça-feira, janeiro 17, 2006
sábado, janeiro 07, 2006
Cronicas Bissemanais: 2º Manifesto A.P.A.: Últimato
Crónicas Bissemanais por Searaman: Manifesto APA- Ultimato
Manifesto A.P.A.: Ultimato
Um ultimato não é um acto simples. Escolher um navio ou flotilha noutras eras bastava, para emendar o orgulho e a pretensão de algum estado.
Junto á costa o enxame provocador acena habilmente o papel, que discute toda a contenda (o manifesto). Procura-se intimidar o inimigo, envergonha-lo, sujeitando-o ao vexame.
Em caso de guerra- lá vai aço! Se resultar a táctica o inimigo fica raquítico e desacreditado, sem o mínimo derrame sanguíneo.
Um ultimato configura um aviso. Um ultimato não precisa de ser lido , para compreender o seu significado num dicionário. Todos sabem o que é.
Em marco das urgências de hoje- vou sujeitar ( e sem faz favores) os visados deste nosso ultimato as sinceras exigências.
O aborrecimento patético e a alienação do qual se arvoram os juizes do nosso destino tem de ser demolido. O terror e medo assim como a desconfiança, não é vianda para adjectivar o laxismo natural e fatalista que agiganta. Rezar e bater o pé escandolosamente nada soluciona. Agonia a ferida de fera escoriada.
Este ultimato tem objectivos incorrosiveis. Nem o tempo serve para o solucionar a longo prazo. Ao agir agora e batendo com a porta do passado, está-se positivamente aceitando um novo rumo de vida.
Assim tudo o que foi assinado nas declarações antecedentes fazem desta exigência uma declaração construtiva. Que nem o gozo, nem o riso podem destruir. Porque desses meios se serve a ignorância e o comodismo nacionalista- português ( bhaa, que má tradição!)
Alunos, professores, e dirigentes de vários estratos- sejamos briosos e naturalmente rijos, com a missão de salvar este curso.
Mas provocar o aparecimento de tábuas rasas e novíssimas teorias de desfile passageiro são um acto inconsciente. Quem quiser ser leve da mente, que seja- em privado- pois o curso é do domínio de todos e aí se impõe a consciência.
Exige-se da nossa parte lutar ( mas afastem-se da palavra pois não queremos extremismos) para nos libertar-mos do vício desalmado de nos atribuir... MIGALHAS...sempre, e bolorentas migalhas... TRATAMENTO INDIGNO, FALTA DE INFORMAÇÃO, INSTALAÇÕES DEFICIENTES, ESCASSEZ DE DOCENTES, APAGAMENTO DE ALVOS, NÃO INCREMENTO DE COMPETITIVIDADE e sobretudo MORMENTE- MOTIVAÇÃO.
Não ás migalhas. Decididamente exigimos o que temos direito, porque fazemos parte de um curso recente. Existindo apoio a um a um recém nascido, ele cresce, porque não existe para nós apoio verdadeiro?
Percebe-se agora, materialmente as razões que nos movem!?
Percebem agora o nosso manifesto?- que não é trampa, não é buraco nulo e sempiterno. O alerta vai para todos aqueles que estão “mortos”- vocês têm todo o mundo, toda a terra para depositar a vossa morte andante, mas se finarem em Bragança, com as expectativas- aliás- mortas, não se agoniem, a decisão de despor do futuro, do tempo, dos cérebros, do valioso dinheiro- é vosso.
Ser a favor deste manifesto- é óptimo.
Partilhar da mesma opinião- não sendo do curso- é mais que óptimo.
Afastar-se tacticamente ( ser covarde)- é reprovável.
Desvalorizar estas palavras com a crítica- é estar morto ( nesta nossa pequena nau), não é!?
(Bragança, algures em 2002)
Searaman
Manifesto A.P.A.: Ultimato
Um ultimato não é um acto simples. Escolher um navio ou flotilha noutras eras bastava, para emendar o orgulho e a pretensão de algum estado.
Junto á costa o enxame provocador acena habilmente o papel, que discute toda a contenda (o manifesto). Procura-se intimidar o inimigo, envergonha-lo, sujeitando-o ao vexame.
Em caso de guerra- lá vai aço! Se resultar a táctica o inimigo fica raquítico e desacreditado, sem o mínimo derrame sanguíneo.
Um ultimato configura um aviso. Um ultimato não precisa de ser lido , para compreender o seu significado num dicionário. Todos sabem o que é.
Em marco das urgências de hoje- vou sujeitar ( e sem faz favores) os visados deste nosso ultimato as sinceras exigências.
O aborrecimento patético e a alienação do qual se arvoram os juizes do nosso destino tem de ser demolido. O terror e medo assim como a desconfiança, não é vianda para adjectivar o laxismo natural e fatalista que agiganta. Rezar e bater o pé escandolosamente nada soluciona. Agonia a ferida de fera escoriada.
Este ultimato tem objectivos incorrosiveis. Nem o tempo serve para o solucionar a longo prazo. Ao agir agora e batendo com a porta do passado, está-se positivamente aceitando um novo rumo de vida.
Assim tudo o que foi assinado nas declarações antecedentes fazem desta exigência uma declaração construtiva. Que nem o gozo, nem o riso podem destruir. Porque desses meios se serve a ignorância e o comodismo nacionalista- português ( bhaa, que má tradição!)
Alunos, professores, e dirigentes de vários estratos- sejamos briosos e naturalmente rijos, com a missão de salvar este curso.
Mas provocar o aparecimento de tábuas rasas e novíssimas teorias de desfile passageiro são um acto inconsciente. Quem quiser ser leve da mente, que seja- em privado- pois o curso é do domínio de todos e aí se impõe a consciência.
Exige-se da nossa parte lutar ( mas afastem-se da palavra pois não queremos extremismos) para nos libertar-mos do vício desalmado de nos atribuir... MIGALHAS...sempre, e bolorentas migalhas... TRATAMENTO INDIGNO, FALTA DE INFORMAÇÃO, INSTALAÇÕES DEFICIENTES, ESCASSEZ DE DOCENTES, APAGAMENTO DE ALVOS, NÃO INCREMENTO DE COMPETITIVIDADE e sobretudo MORMENTE- MOTIVAÇÃO.
Não ás migalhas. Decididamente exigimos o que temos direito, porque fazemos parte de um curso recente. Existindo apoio a um a um recém nascido, ele cresce, porque não existe para nós apoio verdadeiro?
Percebe-se agora, materialmente as razões que nos movem!?
Percebem agora o nosso manifesto?- que não é trampa, não é buraco nulo e sempiterno. O alerta vai para todos aqueles que estão “mortos”- vocês têm todo o mundo, toda a terra para depositar a vossa morte andante, mas se finarem em Bragança, com as expectativas- aliás- mortas, não se agoniem, a decisão de despor do futuro, do tempo, dos cérebros, do valioso dinheiro- é vosso.
Ser a favor deste manifesto- é óptimo.
Partilhar da mesma opinião- não sendo do curso- é mais que óptimo.
Afastar-se tacticamente ( ser covarde)- é reprovável.
Desvalorizar estas palavras com a crítica- é estar morto ( nesta nossa pequena nau), não é!?
(Bragança, algures em 2002)
Searaman
Grande Reportagem: Um Dia na Vida de José Peseiro
Grande Reportagem: Um dia na Vida de José Peseiro
Este é o trajecto possível do dia a dia e da noite, dividido com o pesadelo que é ser um ex – treinador de futebol.
Na Grande Reportagem desta semana vamos publicar um possível crono diário de José Peseiro. A sua vida na praça pública, vista de um modo analítico, mas também virtual.
Mas por muito que nos custe dizer, é uma existência na realidade virtual. Peseiro nos últimos anos comeu do melhor caviar, pelo menos foi habituado a isso, e só não aproveitou o facto, como fez figura ridícula.
Neste momento Peseiro continua a sonhar com esse tal caviar, e recusa convites mais humildes. Mais tarde quando a luxuosa conserva se esgotar ou quando Deus o iluminar, talvez vejamos José Peseiro a mudar de opinião.
Crono – diário
10:30 – 11:00 Horas: Peseiro acorda e passa um tempo considerável no W.C. privativo, exorcizando os seus demónios intestinais. Passa em revista o dia que se inicia. Toma banho.
11:00 – 11:30 Horas: Toma o seu pequeno-almoço com calma. Não dispensa comer uns cinco ou seis lagartos, um biscoito tradicional de Alcobaça, oferecido por um presidente de um clube de futebol da terra. Por tão pouco e por uns míseros adeptos, Peseiro recusa um convite para treinar.
11:30 – 12:30 Horas: Vai dar uma volta pelos arredores. Vê na lezíria alguns bois pretos. Estaciona junto do colégio onde os filhos estudam e aprecia a fauna colegial.
12:30 – 13:00 Horas: Enquanto vê a fauna, também se delicia com as recentes notícias desportivas. Alguém lhe telefona de Portalegre, mas Peseiro, esquiva-se à teimosia do interlocutor. Não voltará a treinar.
13:00 – 14:00 Horas: Volta para casa com os filhos, onde a senhora Peseiro o espera para o almoço. Come como um leão.
14:00 – 15:30 Horas: Vê uma nova repetição da série Rex – O Cão Polícia. Não há nenhum caso relacionado com o futebol. A Áustria também nunca foi grande potência da modalidade. O episódio é repetido pela 39ª vez.
15:30 – 17:00 Horas: Na televisão, o programa “Ás 2 por 3”, revela uma enorme falha, as meninas que no último verão animaram as hostes em biquini desapareceram. O Figueiras não é sexy, e Peseiro prefere uma boa soneca. Dorme como um leão.
17:00 – 17:30 Horas: Recebe um telefonema de Dias da Cunha. Marcam o café e lanche da tarde noutro estabelecimento para não causar alarmismo na comunicação social. Desta vez vão no Bar “O Leão da Estrela”.
17:30 – 18:30 Horas: Café e lanche no Leão da Estrela, onde descobrem Pedro Santana Lopes acompanhado de uma checa de peitos rijos.
18:30 – 19:00 Horas: Vai observar durante alguns minutos os treinos dos juvenis de algum clube e dá umas dicas a um barrigudo e avermelhado senhor que os treina.
19:00 – 20:00 Horas: Volta para casa ainda a tempo de ver o Preço Certo com o conhecido Sportinguista Fernando Mendes, mais conhecido por o “gordo dos prémios”.
20:00 – 21:30 Horas: Come como um leão.
21:30 – 22:00 Horas: Vai “treinar” o Snoppy, o cão da família no jardim da urbanização. Tenta ensinar novos truques ao animal, que aprendeu na revista “Animais de Companhia”, mas o cachorro não revela forma física para atacar com destreza o pau que lhe é atirado, falha a maioria dos exercícios. A senhora Peseiro vai ficar irritada quando o cão ficar em 100º lugar no concurso de habilidades caninas a realizar em breve no Pavilhão Atlântico.
22:00 – 01:00 Horas: Peseiro vai tomar um whisky de malte com o Dias da Cunha, Manuel Vilarinho e Eusébio. Todos juntos chegam à conclusão que o Pinto da Costa é o diabo em pessoa.
01:00 – 02:00 Horas: Na volta para casa, passa pelas leoas que caçam à noite, provoca-as com buzinadelas abundantes. Deixa o grupo de mulheres parvo e irritado. Estaciona junto de uma roulotte (que já pertenceu aos Cebola Mol) e satisfaz –se com uma sandes de courato. Na rádio, passa o hino de campanha de Pedro Santana Lopes. As autárquicas já estão distantes. O computador que passa a música deve estar avariado.
02:00 – 02:20 Horas: Adormece no seu leito de “Menino Guerreiro”. Porém leva à boca uns comprimidos para adormecer; nos últimos meses sofre de insónias. No entanto ele não sabe que toma um soporífero placebo. Foi esta medicação que levou o SCP a entram em coma durante 18 anos; sem dúvida que os comprimidos têm um efeito psicológico grave. No final lembra-se que até é benfiquista e adormece com um sorriso de criança no rosto.
Moral da história: Errar é Humano, se bem q se pode reter sempre algo positivo dos erros. Só não se pode pensar que pode comer caviar todos os dias! Pelo menos alegrou os benfiquistas durante um ano...
O melhor será emigrar quando o acepipe se acabar?
(03.01.2006) Searaman & Blinkboy
Este é o trajecto possível do dia a dia e da noite, dividido com o pesadelo que é ser um ex – treinador de futebol.
Na Grande Reportagem desta semana vamos publicar um possível crono diário de José Peseiro. A sua vida na praça pública, vista de um modo analítico, mas também virtual.
Mas por muito que nos custe dizer, é uma existência na realidade virtual. Peseiro nos últimos anos comeu do melhor caviar, pelo menos foi habituado a isso, e só não aproveitou o facto, como fez figura ridícula.
Neste momento Peseiro continua a sonhar com esse tal caviar, e recusa convites mais humildes. Mais tarde quando a luxuosa conserva se esgotar ou quando Deus o iluminar, talvez vejamos José Peseiro a mudar de opinião.
Crono – diário
10:30 – 11:00 Horas: Peseiro acorda e passa um tempo considerável no W.C. privativo, exorcizando os seus demónios intestinais. Passa em revista o dia que se inicia. Toma banho.
11:00 – 11:30 Horas: Toma o seu pequeno-almoço com calma. Não dispensa comer uns cinco ou seis lagartos, um biscoito tradicional de Alcobaça, oferecido por um presidente de um clube de futebol da terra. Por tão pouco e por uns míseros adeptos, Peseiro recusa um convite para treinar.
11:30 – 12:30 Horas: Vai dar uma volta pelos arredores. Vê na lezíria alguns bois pretos. Estaciona junto do colégio onde os filhos estudam e aprecia a fauna colegial.
12:30 – 13:00 Horas: Enquanto vê a fauna, também se delicia com as recentes notícias desportivas. Alguém lhe telefona de Portalegre, mas Peseiro, esquiva-se à teimosia do interlocutor. Não voltará a treinar.
13:00 – 14:00 Horas: Volta para casa com os filhos, onde a senhora Peseiro o espera para o almoço. Come como um leão.
14:00 – 15:30 Horas: Vê uma nova repetição da série Rex – O Cão Polícia. Não há nenhum caso relacionado com o futebol. A Áustria também nunca foi grande potência da modalidade. O episódio é repetido pela 39ª vez.
15:30 – 17:00 Horas: Na televisão, o programa “Ás 2 por 3”, revela uma enorme falha, as meninas que no último verão animaram as hostes em biquini desapareceram. O Figueiras não é sexy, e Peseiro prefere uma boa soneca. Dorme como um leão.
17:00 – 17:30 Horas: Recebe um telefonema de Dias da Cunha. Marcam o café e lanche da tarde noutro estabelecimento para não causar alarmismo na comunicação social. Desta vez vão no Bar “O Leão da Estrela”.
17:30 – 18:30 Horas: Café e lanche no Leão da Estrela, onde descobrem Pedro Santana Lopes acompanhado de uma checa de peitos rijos.
18:30 – 19:00 Horas: Vai observar durante alguns minutos os treinos dos juvenis de algum clube e dá umas dicas a um barrigudo e avermelhado senhor que os treina.
19:00 – 20:00 Horas: Volta para casa ainda a tempo de ver o Preço Certo com o conhecido Sportinguista Fernando Mendes, mais conhecido por o “gordo dos prémios”.
20:00 – 21:30 Horas: Come como um leão.
21:30 – 22:00 Horas: Vai “treinar” o Snoppy, o cão da família no jardim da urbanização. Tenta ensinar novos truques ao animal, que aprendeu na revista “Animais de Companhia”, mas o cachorro não revela forma física para atacar com destreza o pau que lhe é atirado, falha a maioria dos exercícios. A senhora Peseiro vai ficar irritada quando o cão ficar em 100º lugar no concurso de habilidades caninas a realizar em breve no Pavilhão Atlântico.
22:00 – 01:00 Horas: Peseiro vai tomar um whisky de malte com o Dias da Cunha, Manuel Vilarinho e Eusébio. Todos juntos chegam à conclusão que o Pinto da Costa é o diabo em pessoa.
01:00 – 02:00 Horas: Na volta para casa, passa pelas leoas que caçam à noite, provoca-as com buzinadelas abundantes. Deixa o grupo de mulheres parvo e irritado. Estaciona junto de uma roulotte (que já pertenceu aos Cebola Mol) e satisfaz –se com uma sandes de courato. Na rádio, passa o hino de campanha de Pedro Santana Lopes. As autárquicas já estão distantes. O computador que passa a música deve estar avariado.
02:00 – 02:20 Horas: Adormece no seu leito de “Menino Guerreiro”. Porém leva à boca uns comprimidos para adormecer; nos últimos meses sofre de insónias. No entanto ele não sabe que toma um soporífero placebo. Foi esta medicação que levou o SCP a entram em coma durante 18 anos; sem dúvida que os comprimidos têm um efeito psicológico grave. No final lembra-se que até é benfiquista e adormece com um sorriso de criança no rosto.
Moral da história: Errar é Humano, se bem q se pode reter sempre algo positivo dos erros. Só não se pode pensar que pode comer caviar todos os dias! Pelo menos alegrou os benfiquistas durante um ano...
O melhor será emigrar quando o acepipe se acabar?
(03.01.2006) Searaman & Blinkboy
Crónicas Do Demencial na RBA: "Comunicado"
Crónicas do Demencial na RBA (16.12.05)
“Comunicado dos membros fundadores do Blog e Rúbrica “Crónicas do Demencial: O Porquê do Síndrome Nilhoo.
É Natal, e decidimos ao jeito do Presidente da República fazer uma mensagem de natal a todos os ouvintes – alias a mensagem de natal não é minha, mas foi encomendada, o que o senhor presidente da República também costuma fazer.
Por razões natalícias vamos desligar a nossa veia cómica, crítica e mordaz, e porque é Natal, entrar num período de reflexão de pelo menos 100 anos, ao que seguirá um período experimentalista num dado local um tanto ou quanto badalhoco, que tanto pode ser uma casa de banho a lá “Tranispotting” ou num desses muros urinados junto a um estádio de futebol, mas logo a esse tempo, que não levará mais do que 200 anos, iremos fazer um livro com esses mesmos profundos pensamentos, de um modo ligeiro, para que quem nos ouve ao café perceba a nossa profunda reflexão.
Depois da edição do livro, o que acontecerá daqui a 300 anos, e se existir televisão e o correio da manhã, vamos envolver-nos num estudo das consequências desse mesmo livro.
E para onde é que nós vamos, perguntam vocês?! A resposta é que vamos para uma instituição de estudos superiores na Suécia. Sim! porque lá há neve e o aconchego que um estudante precisa junto de umas belas suecas é imperativo! aliás Descartes foi para lá por causa delas.
Mas para manter a interactividade desta rúbrica, deixamos também ao critério do ouvinte um outro possivel destino das nossa “férias” de reflexão! Até porque qualquer destino que imaginem, poderá ser bem provável verdade!
E num dia, num certo dia em que estivermos sentados a reflectir, há de sair de nós uma massa castanha. E nós acabaremos por dizer: “...400 anos e já não há papel higiénico!!! Porra para o Natal!”
Até á próxima Crónica!”
Searaman & Blinkboy (16.12.05)
“Comunicado dos membros fundadores do Blog e Rúbrica “Crónicas do Demencial: O Porquê do Síndrome Nilhoo.
É Natal, e decidimos ao jeito do Presidente da República fazer uma mensagem de natal a todos os ouvintes – alias a mensagem de natal não é minha, mas foi encomendada, o que o senhor presidente da República também costuma fazer.
Por razões natalícias vamos desligar a nossa veia cómica, crítica e mordaz, e porque é Natal, entrar num período de reflexão de pelo menos 100 anos, ao que seguirá um período experimentalista num dado local um tanto ou quanto badalhoco, que tanto pode ser uma casa de banho a lá “Tranispotting” ou num desses muros urinados junto a um estádio de futebol, mas logo a esse tempo, que não levará mais do que 200 anos, iremos fazer um livro com esses mesmos profundos pensamentos, de um modo ligeiro, para que quem nos ouve ao café perceba a nossa profunda reflexão.
Depois da edição do livro, o que acontecerá daqui a 300 anos, e se existir televisão e o correio da manhã, vamos envolver-nos num estudo das consequências desse mesmo livro.
E para onde é que nós vamos, perguntam vocês?! A resposta é que vamos para uma instituição de estudos superiores na Suécia. Sim! porque lá há neve e o aconchego que um estudante precisa junto de umas belas suecas é imperativo! aliás Descartes foi para lá por causa delas.
Mas para manter a interactividade desta rúbrica, deixamos também ao critério do ouvinte um outro possivel destino das nossa “férias” de reflexão! Até porque qualquer destino que imaginem, poderá ser bem provável verdade!
E num dia, num certo dia em que estivermos sentados a reflectir, há de sair de nós uma massa castanha. E nós acabaremos por dizer: “...400 anos e já não há papel higiénico!!! Porra para o Natal!”
Até á próxima Crónica!”
Searaman & Blinkboy (16.12.05)
quinta-feira, dezembro 29, 2005
Crónicas Bissemanais - Os Manifestos A.P.A. - 1º Manifesto: Que Futuro?!
Crónicas Bissemanais – Os Manifestos APA
Introdução
Esta contribuição para todos vocês, que muito nos orgulha dá pelo nome de “Manifestos de APA”. Pelo menos foi assim que passaram a ser conhecidos por muitos elementos das várias turmas de APA e docentes, no ano lectivo de 2002, no segundo semestre desse fatídico ano em que a turma em que estavamos ficou privada na maior parte das disciplinas de professores. Desde já vos avisamos que não diremos quem é o seu autor para não estragar o imaginário de quem até tem os mesmos nas paredes de gabinetes.
Os “Manifestos de APA”, foram espalhados por vários locais da ESEB (provavelmente durante a noite), pelo que dispomos das cópias. No entanto contactámos com fontes próprias, que nos indicaram a existência de um sexto manifesto nunca publicado.Espero que gostem deste presente natalício. Iremos divulgar semanalmente e especialmente estas pérolas nas Crónicas Bissemanais, até porque o autor desta rubrica tem muito que fazer!
(28.12.05) Searaman
“Manifesto APA- Que futuro?!
Futuro, futuro sonho, futuro desejo, futuro pessimismo, futuro sociedade, futuro humanismo, futuro cão, futuro reprodução... futuro. Todas estas manifestações são antevisões do futuro do futuro.
A melhor maneira de não o prejudicar e não ser “anacrónico” futurista.Ouvimos todos os dias inúmeras opiniões tablóides, nesta PEQUENA NAU, que condenam o futuro, com a areia que nasce na inteligência.Supomos que algo bastante melhor brotasse da massa cinzenta.
É de pensamento, e com o pensamento que podemos sobrevoar o futuro. Há outro meio, se toda a ideia é uma imaginação.
Ora os modos de ver nesta NAU CATRINETA andam brilhantemente escurecidos. Ilações constantes com a constância do deita abaixo, revoltam quem lhes diz- “Porás os miolos a fumegar e as soluções surgem”- “Junta as peças do puzzle que tudo terá o justo significado”- “o regresso ao juízo é meio caminho andado”-Não podemos continuar a ter as opiniões suicidas que abominam e matam as estruturas do Curso.Discutir sim, mas só o essencial. Questões de poder NÃO, questões de hierarquia NÃO, questões de política NÃO, questões de regulamentos NÃO, questões provocativas NÃO. Há que mudar inocentemente os pontos de vista, com o risco de ruirmos todos com o nosso umbigo.
Questões organizativas SIM, questões metodológicas SIM, questões de pratica SIM, em questões de motivação, somente SIM.
Argumentar contra códigos catalisadores da burocracia e chamar a atenção são o passo decisivo para chamar a nós os créditos que merecemos.Não queremos passar despercebidos e minimizados a baixo de nada, não queremos também chamar os sentidos dos que dirigem só para nos. Mas somos nos os sacrificados da crise na ESEB.
Falta para o futuro recordar os avanços do passado. O Curso não existia atrás no tempo. Hoje é uma realidade. Cabe não tornar aziago o nosso futuro, por parte de todos os intervenientes neste IPB- não nos referimos unicamente á ESESB-; não nos destruam.
Existiram reuniões num passado recente- as quais em nada resultaram- devido á animalidade burocrata e a falta de responsabilidade de todos nos. Aqui o mea culpa.Existe neste Curso matéria humana que exerce actividades ligadas ao curso- e quem pensar pode recordar essas actividades- isso não quer dizer que todos o façam.
Continuaram os colegas a timonar a SUA NAVE ? Se ela sepulta está nos graves lodos do esquecimento- de si mesma- assim não nos pode valer?!
A falta de recursos humanos é a agonia da nossa motivação. Faltando um braço auxiliar, vivendo na inactividade, quase que á margem do ensino.Isto assim não e um Curso com futuro! Se pagamos propinas, queremos professores- que somente agora temos e tardiamente, com ignominia.
Queremos condições para assistir ás aulas, queremos um “ensino de qualidade”, publicitado aquando das manifestações- greve- exibição, de Outubro.
Parece que só nos evidentemente fomos esquecidos e remetidos para o PORÃO DA NAU.No passado pagamos as nossas propinas, no presente temos falta de docentes( ou serão doentes pois podem estar doentes estes docentes!).No futuro vai-se tudo repetir magnificamente!Não pode ser assim.
Isto assim não é um curso com futuro!”
(algures em 2003)
Pedimos desculpa, pelos erros, mas quisemos ser originais! E originais ao original.
Searaman
Introdução
Esta contribuição para todos vocês, que muito nos orgulha dá pelo nome de “Manifestos de APA”. Pelo menos foi assim que passaram a ser conhecidos por muitos elementos das várias turmas de APA e docentes, no ano lectivo de 2002, no segundo semestre desse fatídico ano em que a turma em que estavamos ficou privada na maior parte das disciplinas de professores. Desde já vos avisamos que não diremos quem é o seu autor para não estragar o imaginário de quem até tem os mesmos nas paredes de gabinetes.
Os “Manifestos de APA”, foram espalhados por vários locais da ESEB (provavelmente durante a noite), pelo que dispomos das cópias. No entanto contactámos com fontes próprias, que nos indicaram a existência de um sexto manifesto nunca publicado.Espero que gostem deste presente natalício. Iremos divulgar semanalmente e especialmente estas pérolas nas Crónicas Bissemanais, até porque o autor desta rubrica tem muito que fazer!
(28.12.05) Searaman
“Manifesto APA- Que futuro?!
Futuro, futuro sonho, futuro desejo, futuro pessimismo, futuro sociedade, futuro humanismo, futuro cão, futuro reprodução... futuro. Todas estas manifestações são antevisões do futuro do futuro.
A melhor maneira de não o prejudicar e não ser “anacrónico” futurista.Ouvimos todos os dias inúmeras opiniões tablóides, nesta PEQUENA NAU, que condenam o futuro, com a areia que nasce na inteligência.Supomos que algo bastante melhor brotasse da massa cinzenta.
É de pensamento, e com o pensamento que podemos sobrevoar o futuro. Há outro meio, se toda a ideia é uma imaginação.
Ora os modos de ver nesta NAU CATRINETA andam brilhantemente escurecidos. Ilações constantes com a constância do deita abaixo, revoltam quem lhes diz- “Porás os miolos a fumegar e as soluções surgem”- “Junta as peças do puzzle que tudo terá o justo significado”- “o regresso ao juízo é meio caminho andado”-Não podemos continuar a ter as opiniões suicidas que abominam e matam as estruturas do Curso.Discutir sim, mas só o essencial. Questões de poder NÃO, questões de hierarquia NÃO, questões de política NÃO, questões de regulamentos NÃO, questões provocativas NÃO. Há que mudar inocentemente os pontos de vista, com o risco de ruirmos todos com o nosso umbigo.
Questões organizativas SIM, questões metodológicas SIM, questões de pratica SIM, em questões de motivação, somente SIM.
Argumentar contra códigos catalisadores da burocracia e chamar a atenção são o passo decisivo para chamar a nós os créditos que merecemos.Não queremos passar despercebidos e minimizados a baixo de nada, não queremos também chamar os sentidos dos que dirigem só para nos. Mas somos nos os sacrificados da crise na ESEB.
Falta para o futuro recordar os avanços do passado. O Curso não existia atrás no tempo. Hoje é uma realidade. Cabe não tornar aziago o nosso futuro, por parte de todos os intervenientes neste IPB- não nos referimos unicamente á ESESB-; não nos destruam.
Existiram reuniões num passado recente- as quais em nada resultaram- devido á animalidade burocrata e a falta de responsabilidade de todos nos. Aqui o mea culpa.Existe neste Curso matéria humana que exerce actividades ligadas ao curso- e quem pensar pode recordar essas actividades- isso não quer dizer que todos o façam.
Continuaram os colegas a timonar a SUA NAVE ? Se ela sepulta está nos graves lodos do esquecimento- de si mesma- assim não nos pode valer?!
A falta de recursos humanos é a agonia da nossa motivação. Faltando um braço auxiliar, vivendo na inactividade, quase que á margem do ensino.Isto assim não e um Curso com futuro! Se pagamos propinas, queremos professores- que somente agora temos e tardiamente, com ignominia.
Queremos condições para assistir ás aulas, queremos um “ensino de qualidade”, publicitado aquando das manifestações- greve- exibição, de Outubro.
Parece que só nos evidentemente fomos esquecidos e remetidos para o PORÃO DA NAU.No passado pagamos as nossas propinas, no presente temos falta de docentes( ou serão doentes pois podem estar doentes estes docentes!).No futuro vai-se tudo repetir magnificamente!Não pode ser assim.
Isto assim não é um curso com futuro!”
(algures em 2003)
Pedimos desculpa, pelos erros, mas quisemos ser originais! E originais ao original.
Searaman
O Pensamento do Ano...
O Pensamento do Ano...
ELAS põem piercings, fazem tatuagens, liftings, limpezas de pele, furam as orelhas, mamilos e afins, têm partos, fazem cesarianas, lipoaspirações, implantam silicone nos peitos, tornam os lábios mais carnudos, encurtam o intestino, depilam-se com cera a ferver, modelam o nariz, arrancam as sobrancelhas, corrigem os maxilares, tiram costelas para reduzia a cintura, usam sapatos do número abaixo e...NÃO LHES PODEMOS IR AO CU PORQUE LHES DÓI?!?! NÃO ME FODAM!!
(28.12.05) BlinkBoy
ELAS põem piercings, fazem tatuagens, liftings, limpezas de pele, furam as orelhas, mamilos e afins, têm partos, fazem cesarianas, lipoaspirações, implantam silicone nos peitos, tornam os lábios mais carnudos, encurtam o intestino, depilam-se com cera a ferver, modelam o nariz, arrancam as sobrancelhas, corrigem os maxilares, tiram costelas para reduzia a cintura, usam sapatos do número abaixo e...NÃO LHES PODEMOS IR AO CU PORQUE LHES DÓI?!?! NÃO ME FODAM!!
(28.12.05) BlinkBoy
sexta-feira, dezembro 23, 2005
Última Hora: FIFA tenta musica sem conotações violentas para mundial de 2006 de modo a evitar o sucedido no Euro2004
Última Hora: FIFA tenta musica sem conotações violentas para mundial de 2006 de modo a evitar descalabro do Euro2004
A FIFA, em conjunto com os responsáveis da organização alemã, estão empenhados em conseguir criar um hino ao campeonato do mundo que não contenha quaisquer conotações violentas ou sexuais de modo a evitar o sucedido em Portugal no Euro 2004.
Tal foi decidido após o resultado da investigação levada a cabo pelas autoridades portuguesas para encontrar as causas para o drástico acréscimo de violações sexuais no período Maio – Julho em Portugal.
A conclusão da investigação abalou a comunidade desportiva e musical. A causa para a onda de violações não foi devido nem ao calor que se sentia (e consequente falta de roupa das mulheres portuguesas) nem a causas sociais.
O rastilho para tal situação deveu-se ao hino do Euro 2004 da autoria de Nelly Furtado “Força”, que no seu refrão incentiva a violação:
Atentem ao refrão:
“Come’ máforça!
Come’ máforça!
Come’ máforça!
Que niguém pode parar!”
As autoridades portuguesas já proibiram a divulgação da mesma nas rádios nacionais e estão a fazer tudo para retirar o CD do mercado.
Como resposta da organização alemã, em comunicado foi escrito que tudo tentarão para que não sejam os Scorpions a compor o hino e que, para evitar quaisquer problemas vão dar essa tarefa a David Hasselhoff, que tanto os ajudou quando cantou na queda do muro de Berlin.
A musica irá apelar ao sentimento e aos valores morais que sempre serviram bem a Alemanha.
(18.12.05) Searaman & Blinkboy
A FIFA, em conjunto com os responsáveis da organização alemã, estão empenhados em conseguir criar um hino ao campeonato do mundo que não contenha quaisquer conotações violentas ou sexuais de modo a evitar o sucedido em Portugal no Euro 2004.
Tal foi decidido após o resultado da investigação levada a cabo pelas autoridades portuguesas para encontrar as causas para o drástico acréscimo de violações sexuais no período Maio – Julho em Portugal.
A conclusão da investigação abalou a comunidade desportiva e musical. A causa para a onda de violações não foi devido nem ao calor que se sentia (e consequente falta de roupa das mulheres portuguesas) nem a causas sociais.
O rastilho para tal situação deveu-se ao hino do Euro 2004 da autoria de Nelly Furtado “Força”, que no seu refrão incentiva a violação:
Atentem ao refrão:
“Come’ máforça!
Come’ máforça!
Come’ máforça!
Que niguém pode parar!”
As autoridades portuguesas já proibiram a divulgação da mesma nas rádios nacionais e estão a fazer tudo para retirar o CD do mercado.
Como resposta da organização alemã, em comunicado foi escrito que tudo tentarão para que não sejam os Scorpions a compor o hino e que, para evitar quaisquer problemas vão dar essa tarefa a David Hasselhoff, que tanto os ajudou quando cantou na queda do muro de Berlin.
A musica irá apelar ao sentimento e aos valores morais que sempre serviram bem a Alemanha.
(18.12.05) Searaman & Blinkboy
quarta-feira, dezembro 14, 2005
Crónicas Bissemanais - Por Sman
Crónicas Bissemanais - Por Sman
Os Dedos: suas funções e outras conclusões.
Antes de mais, exorto-vos a praticar um exercício psico – físico, parem de esfregar o dedo da cabeça e comecem a pensar, porque é assim que realmente se pensa com ele no devido lugar batucando na mesa ritmadamente; ou acham que ao coçar a cabeça vão trazer milagres à luz do dia. No Way José!
Quanto aos dedos, não é preciso ser uma cientista de foguetões, para constatar a sua utilidade; neste momento estou a escrever por belo prazer, e uso os meus dedos, e à velocidade que escrevo, não o poderia fazer de outro modo. Nem pensar usar uma palhinha.
Serviu este intrelúdio para localizar “os dedos” desta questão. Agora falemos do que interessa. É bem conhecido de todos, embora muitos com a memória turva a lenga-lenga das funções dos dedos. Nesta história encantatória há um bolo que prova o bolo, e os restantes colaboram na sua confecção. Nada mais errado no nosso ponto de vista. Os dedos possuem outras funções, muito mais banalizadas, nos pouco educados dias que correm – e como nós não queremos fugir ao nosso tempo, fazendo uma análise do mesmo, decidimos revolucionar esta história de um qualquer país das fadas.
Mas um ponto assente é que por acharmos um dedo que é inútil, não o vamos amputar literalmente da mão, preferimos que fique aí “quieto”, respondendo aos reflexos condicionados, aos movimentos musculares e a outras questões físicas.
Sendo assim pelas razões que apontarei mais há frente, espero que fiquem convencidos desta “novas” artes dos dedos: O Polegar, ao dêmos o nome de PASSA NO REGO; por razões óbvias é um dedo que muitas vezes é usado na coçadela de inúmeras comichões no rabo; ao seguinte dêmos o nome de PASSA LA DENTRO, desta feita, meu dito, meu feito, é um dedo pronto para toda e qualquer exploração interna física ou sexual; o próximo dedo resolvemos chamar de SENTIDO OBRIGATÓRIO, este aspecto deriva da função muitas vezes denominada pirete; penso que foi o mais concreto possível; é neste ponto da questão que nos aparece este duvidoso bem físico a que dêmos o nome de NAÕ FAZ UM CARALHO; e para rematar a denominamos o vulgarmente conhecido por mindinho com o nome de COÇA A MICOSE, pela rectidão com que o mesmo resolve pequenos problemas, gotas de água num oceano de atrofios, tais como tirar a cera do nariz!
Agora para acabar em grande e para gaúdio de muitas famílias, vamos dizer todos um adeus com o SENTIDO OBRIGATÓRIO!
6 de Dezembro de 2005,
Sman
Antes de mais, exorto-vos a praticar um exercício psico – físico, parem de esfregar o dedo da cabeça e comecem a pensar, porque é assim que realmente se pensa com ele no devido lugar batucando na mesa ritmadamente; ou acham que ao coçar a cabeça vão trazer milagres à luz do dia. No Way José!
Quanto aos dedos, não é preciso ser uma cientista de foguetões, para constatar a sua utilidade; neste momento estou a escrever por belo prazer, e uso os meus dedos, e à velocidade que escrevo, não o poderia fazer de outro modo. Nem pensar usar uma palhinha.
Serviu este intrelúdio para localizar “os dedos” desta questão. Agora falemos do que interessa. É bem conhecido de todos, embora muitos com a memória turva a lenga-lenga das funções dos dedos. Nesta história encantatória há um bolo que prova o bolo, e os restantes colaboram na sua confecção. Nada mais errado no nosso ponto de vista. Os dedos possuem outras funções, muito mais banalizadas, nos pouco educados dias que correm – e como nós não queremos fugir ao nosso tempo, fazendo uma análise do mesmo, decidimos revolucionar esta história de um qualquer país das fadas.
Mas um ponto assente é que por acharmos um dedo que é inútil, não o vamos amputar literalmente da mão, preferimos que fique aí “quieto”, respondendo aos reflexos condicionados, aos movimentos musculares e a outras questões físicas.
Sendo assim pelas razões que apontarei mais há frente, espero que fiquem convencidos desta “novas” artes dos dedos: O Polegar, ao dêmos o nome de PASSA NO REGO; por razões óbvias é um dedo que muitas vezes é usado na coçadela de inúmeras comichões no rabo; ao seguinte dêmos o nome de PASSA LA DENTRO, desta feita, meu dito, meu feito, é um dedo pronto para toda e qualquer exploração interna física ou sexual; o próximo dedo resolvemos chamar de SENTIDO OBRIGATÓRIO, este aspecto deriva da função muitas vezes denominada pirete; penso que foi o mais concreto possível; é neste ponto da questão que nos aparece este duvidoso bem físico a que dêmos o nome de NAÕ FAZ UM CARALHO; e para rematar a denominamos o vulgarmente conhecido por mindinho com o nome de COÇA A MICOSE, pela rectidão com que o mesmo resolve pequenos problemas, gotas de água num oceano de atrofios, tais como tirar a cera do nariz!
Agora para acabar em grande e para gaúdio de muitas famílias, vamos dizer todos um adeus com o SENTIDO OBRIGATÓRIO!
6 de Dezembro de 2005,
Sman
Última Hora: Poesia Margarida
Última Hora: Poesia Margarida
Poesia Margarida
Margarida
Que lindo nome;
Nome lindo, que
Lindo: que nome.
Obrigado.
(14.12.05) Searaman & Blinkboy
Poesia Margarida
Margarida
Que lindo nome;
Nome lindo, que
Lindo: que nome.
Obrigado.
(14.12.05) Searaman & Blinkboy
Grande Reportagem: Presidenciais. O Dom da Premonição!!
Grande Reportagem: Presidenciais. O Dom da Premonição!!
Temos necessidade de ouvir coisas por outras pessoas só pelo nosso belo bem-estar. Não somos capazes de ser lógicos e dizer que tudo está bem, pela realidade inequívoca e ubíqua nada está bem.
Mas há coisas que nos elevam a auto estima. O nosso medo é não termos confirmações de premonições; de tal modo que uns acreditam na futurologia, outros no tarot, na leitura de simples cartazes, no oráculo do “raios te parta” e até é possível ler o futuro nas borras do café.
O que temos é uma grande dose de medos, e a plena consciência dos mesmos.
Com este périplo inicial queremos dizer que também possuimos esses dons misteriosos, que não encaramos como misteriosos mas como uma pequena acção nasal para detectar indícios que nos levam a afirmar coisas que mais tarde acontecem. Não nos vamos alongar falando de pessoas que conhecemos, seria injusto.
Queremos-nos demarcar, de nos dedicarmos “à leitura das linhas da mão”! Queremos algo muito maior, uma leitura de previsões políticas. Em Janeiro previmos a derrota de Santana Lopes; podem-nos acusar de demagogia, que o mesmo candidato noctívago iria perder o acto eleitoral à mesma.
Mas o que interessa focar é que lemos isso em Janeiro nos desfigurados cartazes, enquanto que os cartazes dos outros candidatos se aguentavam um pouco mais. Logo estabeleci um ranking de quotas.
A derrota para Santana Lopes seria duríssima, sumária; atroz como uma trucidação.
Aquando das eleições autárquicas, não encontrámos uma conjuntura favorável para realizar uma previsão digna e verosímil.
Verdadeiro, foi o clima gerado por independentes bandidos e por um partido que tentava sobreviver depois da queda do Paulinho das Feiras.
Mas quanto ao descortinar de cartazes, não conseguimos analisar cada pixel, cada dot per inch, cada pequeno rasgo, ou mais simples vestígio de bombardeamento columbófilo…
Actualmente podemos dizer, segundo as nossas leituras de cartazes que Cavaco Silva – homem providência não terá uma vitória assegurada pois os seus cartazes não aguentam muito tempo, e depressa se rasgarão em dois. Um indício de uma candidatura dúplice, com duplos objectivos; a candidatura do silêncio e do discurso financeiro?
Quanto aos cartazes de Mário Soares prevejo segundo a leitura dos mesmos que o candidato pela 3 vez entrou numa fase de entropia (declínio e morte, segundo uma leitura económica), e que não ganhará em Janeiro as eleições.
Os cartazes; ou melhor a estrutura que os suporta tem um estranho comportamento Newtoniano, segundo a lei da gravidade, para além de múltiplos rasgos de alto a baixo.
Já Manuel Alegre, dispõe de cartazes com maior poder de resistência. O fenómeno do poeta candidato quem ninguém cala pode vir a causar dissabores graves ou até mesmo funestos.
Em Janeiro veremos quem tem razão, os cartazes ou os eleitores!
Apenas fizemos uma previsão, se por acaso resultar, digam simplesmente que somos geniais!
(09.12.05) Searaman & Blinkboy
Temos necessidade de ouvir coisas por outras pessoas só pelo nosso belo bem-estar. Não somos capazes de ser lógicos e dizer que tudo está bem, pela realidade inequívoca e ubíqua nada está bem.
Mas há coisas que nos elevam a auto estima. O nosso medo é não termos confirmações de premonições; de tal modo que uns acreditam na futurologia, outros no tarot, na leitura de simples cartazes, no oráculo do “raios te parta” e até é possível ler o futuro nas borras do café.
O que temos é uma grande dose de medos, e a plena consciência dos mesmos.
Com este périplo inicial queremos dizer que também possuimos esses dons misteriosos, que não encaramos como misteriosos mas como uma pequena acção nasal para detectar indícios que nos levam a afirmar coisas que mais tarde acontecem. Não nos vamos alongar falando de pessoas que conhecemos, seria injusto.
Queremos-nos demarcar, de nos dedicarmos “à leitura das linhas da mão”! Queremos algo muito maior, uma leitura de previsões políticas. Em Janeiro previmos a derrota de Santana Lopes; podem-nos acusar de demagogia, que o mesmo candidato noctívago iria perder o acto eleitoral à mesma.
Mas o que interessa focar é que lemos isso em Janeiro nos desfigurados cartazes, enquanto que os cartazes dos outros candidatos se aguentavam um pouco mais. Logo estabeleci um ranking de quotas.
A derrota para Santana Lopes seria duríssima, sumária; atroz como uma trucidação.
Aquando das eleições autárquicas, não encontrámos uma conjuntura favorável para realizar uma previsão digna e verosímil.
Verdadeiro, foi o clima gerado por independentes bandidos e por um partido que tentava sobreviver depois da queda do Paulinho das Feiras.
Mas quanto ao descortinar de cartazes, não conseguimos analisar cada pixel, cada dot per inch, cada pequeno rasgo, ou mais simples vestígio de bombardeamento columbófilo…
Actualmente podemos dizer, segundo as nossas leituras de cartazes que Cavaco Silva – homem providência não terá uma vitória assegurada pois os seus cartazes não aguentam muito tempo, e depressa se rasgarão em dois. Um indício de uma candidatura dúplice, com duplos objectivos; a candidatura do silêncio e do discurso financeiro?
Quanto aos cartazes de Mário Soares prevejo segundo a leitura dos mesmos que o candidato pela 3 vez entrou numa fase de entropia (declínio e morte, segundo uma leitura económica), e que não ganhará em Janeiro as eleições.
Os cartazes; ou melhor a estrutura que os suporta tem um estranho comportamento Newtoniano, segundo a lei da gravidade, para além de múltiplos rasgos de alto a baixo.
Já Manuel Alegre, dispõe de cartazes com maior poder de resistência. O fenómeno do poeta candidato quem ninguém cala pode vir a causar dissabores graves ou até mesmo funestos.
Em Janeiro veremos quem tem razão, os cartazes ou os eleitores!
Apenas fizemos uma previsão, se por acaso resultar, digam simplesmente que somos geniais!
(09.12.05) Searaman & Blinkboy
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